O Astrônomo Carl Edward Sagan narrou alguns dos pensamentos que lhe vieram à mente quando viu uma foto do Planeta Terra tirada pela sonda espacial Voyager 1, a uma distância de aproximadamente 6 bilhões de quilômetros.
Definiu nosso Planeta como um minúsculo ponto granulado perdido em meio à poeira das estrelas, sem fronteiras, sem países, sem religiões ou posses, fazendo-nos parar para pensar na condição humana e no que estamos fazendo com nosso velho Planeta.
Sagan morreu aos 62 anos de idade, no dia 20 de dezembro de 1996, e foi homenageado por astrônomos que batizaram um asteróide com o nome de "2709 Sagan".
Como disse um de seus alunos: "O céu era seu lar. Ele finalmente está em casa".
VEJAM O VÍDEO ENTITULADO: "Nós estamos aqui: O Pálido Ponto Azul."
"Somente duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas não tenho tanta certeza sobre o universo." (Albert Einstein)
"Por que eu vivo procurando um motivo de viver, Se a vida às vezes parece de mim esquecer? Procuro em todas, mas todas não são você. Eu quero apenas viver, se não for para mim, que seja pra você.
Mas às vezes você parece me ignorar, Sem nem ao menos me olhar, Me machucando pra valer.
Atrás dos meus sonhos eu vou correr. Eu vou me achar, pra mais tarde em você me perder. Se a vida dá presente pra cada um, o meu, cadê?
Será que esse mundo tem jeito? Esse mundo cheio de preconceito.
Quando estou só, preso na minha solidão, Juntando pedaços de mim que caíam ao chão, Juro que às vezes nem ao menos sei, quem sou.
Talvez eu seja um tolo, que acredita num sonho. Na procura de te esquecer, eu fiz brotar a flor. Para carregar junto ao peito, E crer que esse mundo ainda tem jeito.
E como príncipe sonhador... Sou um tolo que acredita, ainda, no amor."
PRÍNCIPE POETA (Alexandre Lemos - APAE) Este poema, segundo fontes não divulgadas, foi escrito por um aluno da APAE, chamado muitas vezes pela sociedade de excepcional. Excepcional é a sua sensibilidade! Ele tem 28 anos, com idade mental de 15 e a pedido estou divulgando seu poema para prestigiá-lo. Se uma pessoa assim acredita tanto no amor, porque as que se dizem normais não acreditam?